GT 41. POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA, JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS: ETNOGRAFIAS DE BUROCRACIAS ESTATAIS E PROCESSOS DE REIVINDICAÇÕES DE DIREITOS

Caros/as Colegas,

Convocamos para o envio de resumos para participar do GT 41. Políticas públicas de segurança, justiça e direitos humanos: etnografias de burocracias estatais e processos de reivindicações de direitos, a ser realizada no âmbito da XI Reunião de Antropologia Mercosul, em Montevidéu no período de 30 de novembro a 4 de dezembro.

O prazo para submissão dos resumos para coordenadores do GT será de 20 de junho a 2 de agosto de 2015 e devem ser enviadas para gt41politicaspublicas@gmail.com

A XI RAM divulgará o GT com suas sessões e resumos no dia 15 de agosto de 2015.
Os trabalhos completos podem ser enviados até 20 de setembro de 2015.
Os resumos devem ter:
-Nome do autor / a / as /:
-Vinculação Acadêmica:
-Título do Trabalho
Informações: e-mail (institucional e / ou pessoal).
Os resumos não devem ultrapassar 250 palavras, e poderá ter até cinco (5) palavras-chave.

Cumprimentos,

Coordenadoras
Maria Victoria Pita. CONICET. Equipo de Antropología Política y Jurídica/ Universidad de Buenos Aires
Ana Paula Mendes de Miranda.
Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos /Universidade Federal Fluminense
Mariana Godoy. CONICET. Universidad Nacional de Salta, Facultad de Humanidades

GT 41. Políticas públicas de segurança, justiça e direitos humanos: etnografias de burocracias estatais e processos de reivindicações de direitos

Iniciado na RAM de Montevidéu em 2005 este grupo de trabalho tem buscado se tornar um espaço para o intercambio e debate entre pesquisadores que tem como campo de pesquisa instituições estatais e organizações que administram e/ ou promovam políticas relacionadas com a segurança pública, processos de justiça e a promoção e proteção dos direitos.

Nos interessa convocar pesquisadores que desenvolvam seus trabalhos a partir de uma perspectiva etnográfica, observando este campo com atenção para as formas específicas em que elas se articulam – as diversas formas mais ou menos conflituosas – de gestão de conflitos e direitos de demanda.

Neste sentido é de especial interesse reunir trabalhos acadêmicos a partir da análise de casos e processos que abordam questões como as relacionadas as:
– As práticas e procedimentos de intervenção das forças de segurança pública (exercidas de forma mais ou menos direta no exercício da violência institucional) sobre grupos e coletivos sociais como jovens, migrantes, mulheres, moradores de bairros pobres e favelas (não sendo estas identidades, por certo, excludentes)
– O funcionamento das burocracias judiciais, administrativas e as instituições do sistema penal.
–  as reformas e discussões legislativas nessa questão
– Formação Policial, forças de segurança pública, guardas municipais e operadores do judiciário
– As diferentes formas de ação política e legal de organizações sociais, organismos de Direitos Humanos e de diversos grupos sociais que demandam por justiça, impulsionam a ampliação de direitos, e ou buscam influenciar a construção de uma agenda pública de reconhecimento de direitos.

Consideramos estas questões centrais para se pensar o cerne de políticas específicas e a forma como estas se relacionam com as burocracias estatais, com as corporações e seus agentes, e bem como, com as experiências de demanda de justiça e/ou de direitos por parte de organizações e sujeitos sociais. Interessa-nos especialmente aprofundar o conhecimento sobre essas questões porque entendemos que políticas, demandas e reformas dão conta de práticas, linguagens, rotinas, tradições, estilos, representações, formas de sociabilidade, que – com suas marcas locais –, a partir de uma perspectiva etnográfica, podem ser entendidas como formas de fazer o Estado e de produzir estatalidade. Isto é, desde a perspectiva proposta, estamos interessados em um campo de pesquisa que atenda a um espectro de indagações no qual sejam expressos diferentes interesses e perspectivas; em que aparecem disputas, alianças, acordos e desacordos; e onde estão presentes julgamentos morais e sensibilidades jurídicas particulares que expressam formas de pensar, conflitividades e violências.

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